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Geophysical Research Letters, 2015. Hongbin Yu, Mian Chin, Lorraine Remer, Joseph Prospero, David Winker e colegas assinam "The fertilizing role of African dust in the Amazon rainforest: A first multiyear assessment based on data from Cloud-Aerosol Lidar and Infrared Pathfinder Satellite Observations".
O trabalho montou a primeira estimativa multianual do transporte em três dimensões. Sete anos de perfis do CALIPSO deram os 27,7 milhões de toneladas por ano sobre a bacia, as 22 mil toneladas de fósforo embutidas nessa massa e a variação de 86% entre o ano mais carregado e o mais fraco.
Tellus B, 1992. Robert Swap, Michael Garstang, Steven Greco, Robert Talbot e Per Kållberg, em "Saharan dust in the Amazon Basin", propuseram a ligação antes de existir satélite capaz de pesar a pluma, usando química de chuva, medição de aerossol e trajetória de massa de ar.
Environmental Research Letters, 2006. Ilan Koren, Yoram Kaufman, Richard Washington, Martin Todd e colegas, em "The Bodélé depression: a single spot in the Sahara that provides most of the mineral dust to the Amazon forest", rastrearam a poeira até a fonte única e estimaram emissão da ordem de 0,7 milhão de toneladas por dia nos episódios ativos.
Geophysical Research Letters, 2005. Richard Washington e Martin Todd, em "Atmospheric controls on mineral dust emission from the Bodélé Depression, Chad: The role of the low level jet", descreveram o vento que faz o trabalho, com o jato canalizado entre o Tibesti e o Ennedi e o pico de emissão na manhã.
Geophysical Research Letters, 2010. Charlie Bristow, Karen Hudson-Edwards e Adrian Chappell, em "Fertilizing the Amazon and equatorial Atlantic with West African dust", coletaram o sedimento no próprio Bodélé e mediram o fósforo do diatomito, separando o total do que se dissolve e fica disponível.
Science, 2003. Joseph Prospero e Peter Lamb, em "African droughts and dust transport to the Caribbean: Climate change implications", sustentaram a série longa. A estação de Barbados mede poeira africana desde 1965, e o registro mostra o salto durante as secas do Sahel dos anos 1970 e 1980.
Proceedings of the National Academy of Sciences, 2019. Anne Barkley, Joseph Prospero, Natalie Mahowald, Cassandra Gaston e colegas, em "African biomass burning is a substantial source of phosphorus deposition to the Amazon, Tropical Atlantic Ocean, and Southern Ocean", separaram por origem o fósforo que chega do outro lado.
A fumaça apareceu com participação alta no fósforo total e maior ainda na fração solúvel, o que deixa em aberto quanto do adubo aéreo vem de rocha antiga e quanto vem de queimada.
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