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Journal of Geophysical Research: Oceans, 2017. Kerstin Jochumsen, Detlef Quadfasel, Héðinn Valdimarsson, Steingrímur Jónsson e colegas assinam "Revised transport estimates of the Denmark Strait overflow".
O trabalho reprocessou vinte anos de fundeios no estreito, de 1996 a 2016, e fechou o transporte médio em 3,2 milhões de metros cúbicos por segundo, sem tendência detectável no período.
Journal of Geophysical Research, 2012. Os mesmos Jochumsen, Quadfasel, Valdimarsson e Jónsson, em "Variability of the Denmark Strait overflow: Moored time series from 1996-2011", publicaram a primeira série longa do vão, com média de 3,4 milhões e variabilidade concentrada em escalas de dias.
Journal of Geophysical Research, 1994. Robert Dickson e Juan Brown, em "The production of North Atlantic Deep Water: Sources, rates, and pathways", mediram o crescimento da pluma: cerca de 2,9 milhões de metros cúbicos por segundo na soleira e 5,2 milhões algumas centenas de quilômetros adiante.
Deep-Sea Research, 1969. Val Worthington, em "An attempt to measure the volume transport of Norwegian Sea overflow water through the Denmark Strait", fez a primeira tentativa de pesar o transbordo com instrumento no lugar, décadas antes de existir fundeio permanente.
Geophysical Fluid Dynamics, 1974. John Whitehead, Ants Leetmaa e Robert Knox, em "Rotating hydraulics of strait and sill flows", montaram a teoria do vertedouro em planeta que gira, com experimento de laboratório em bacia giratória.
Journal of Physical Oceanography, 2003. James Girton e Thomas Sanford, em "Descent and modification of the overflow plume in the Denmark Strait", lançaram perfiladores dentro da pluma e mediram a descida pelo talude e a mistura que a engorda.
Nature Geoscience, 2011. Kjetil Våge, Robert Pickart, Michael Spall, Héðinn Valdimarsson, Svein Østerhus e colegas, em "Significant role of the North Icelandic Jet in the formation of Denmark Strait overflow water", encontraram uma corrente separada, do lado islandês, entregando parte da água mais densa do transbordo.
Science, 2019. Susan Lozier e a equipe do OSNAP, em "A sea change in our view of overturning in the subpolar North Atlantic", mediram 16,6 milhões de metros cúbicos por segundo de revolvimento no lado leste do Atlântico subpolar contra 2,1 milhões no mar do Labrador.
Ocean Science, 2019. Svein Østerhus e colegas, em "Arctic Mediterranean exchanges: a consistent volume budget for the Nordic Seas", fecharam o balanço da bacia inteira e colocaram o transbordo total pela cordilheira em 6 milhões de metros cúbicos por segundo.
O que segue em disputa é a origem da água mais densa que atravessa o vão. Parte desce pela corrente costeira da Groenlândia, parte chega pelo jato islandês descrito em 2011, e a proporção entre as duas muda de ano para ano, junto com a densidade do que despenca lá embaixo.
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